É questão de inteligência...
Por Lívia Garcia
“A capacidade de colocar-se no lugar do outro é uma das funções mais importantes da inteligência. Demonstra o grau de maturidade do ser humano.” (Augusto Cury)
Mas é impressionante (ou deve ser tão normal que eu que passo a ser a diferente?) como muitos não cogitam ou se importam em praticar isso: colocar-se no lugar do outro. Na minha humilde concepção é algo tão natural e automático como respirar.
A partir do instante em que gosto de alguém, me importa não magoar esse alguém. E para que isso se efetive, em algumas circunstâncias é preciso que usemos de uma das regras mais antigas e sábias já criadas: “Não faça aos outros o que você não quer que seja feito a você.” Sim, não é um conselho. É uma regra, é uma norma, é algo de caráter obrigatório. Mas ainda que seja uma imposição a todos nós, infelizmente parece ser mais prático burlar esse mandamento e agir egoisticamente, em prol dos próprios interesses e vontades.
E como se não bastasse estarmos sujeitos a essas pessoas que priorizam o “eu quero e não me preocupo com o que você vai sentir”, ainda somos taxados de “bobos, sentimentais, idiotas” por agirmos de forma contrária. Não aceito essa inversão de valores, onde ser “bom” é pensar exclusivamente em si. Se ao ser consciente de que não vivemos sozinhos e de que precisamos respeitar os outros corro o risco de me tornar uma “babaca”, que assim seja. Sou uma “boba” inteligente e madura!



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